Blog do Sabones - Expediente

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Em nome do pai, atletas seguem doutrinas religiosas para a prática de esportes



Com as expressões: “- Não só treino e talento que ganha jogo, tem que ter fé; e os atletas têm certeza que Deus torce por eles” fazem com que muitos esportistas dediquem suas vitórias e conquistas a religiosidade.
Afinal, até quando a fé pode interferir na vida profissional de um atleta? Seria mesmo a religião responsável por ótimas performances em torneios e campeonatos? O assunto que parece místico é levado a sério por diversos atletas no planeta e gera discussão em federações internacionais.

Em 2009, após a final da Copa das Confederações vencida pelo Brasil, os jogadores canarinhos ajoelharam em gramado sul africano para uma oração cristã. Isso fez com que a Fifa proibisse demonstrações religiosas em partidas e competições oficiais, assim como foi feito pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva no Brasil. Mas na verdade, demonstrações religiosas são praticadas em todo o mundo pelos atletas ao se benzerem antes da partida, agradecer o gol ou ponto marcado ao levantar os dedos polegares ao céu e até jogadores são comparados às santidades, por exemplo, “Mané Garrincha era o anjo das pernas tortas, os palmeirenses Ademir da Guia, o divino e o ex-goleiro Marcos, o São Marcos do Parque Antártica.
 






Esses gestos não atrapalham e nem interferem o rendimento dos atletas nos campos e quadras. A fé é um reforço espiritual que junto ao preparo físico e técnicas pode ajudar o esportista ter maior concentração, disciplina e respeito a sua equipe. 

A campeã brasileira de Beach Soccer, Agata, é uma católica praticante, mora distante da família e a religião ameniza as saudades que sente dos pais. Também tem atletas de outras religiões no cenário esportivo, uma monja budista que corre para obter mais concentração, um time de futebol islâmico no Brasil que tem os princípios do Al Corão mas permite liberdade de escolha religiosa para fazer parte do elenco, os faixas pretas de Jesus em Nova Iguaçu que não permite a mesma liberdade religiosa e até lutadores libaneses que converteram a Umbanda.
Esses atletas, profissionais ou não são exemplos de que a religião tem o poder de mudar vidas, re-socializar e tornarem melhores.
Contudo, os atletas devem preparar seu condicionamento físico e técnico para obter os melhores resultados. Deus não ganha jogo ou campeonato para ninguém, isso pode ser. Muitas pessoas acham que a escolha e crenças desses atletas não passam de uma besteira.
Mas seria uma besteira acreditar em algo que traz força, energia, motivação e crença? O atleta deve ser igual a uma máquina que só vive de resultado e dinheiro? E o lado pessoal? A família, o respeito e o caráter? No mundo, exemplos de atletas que foram grandes campeões, mas que não conseguiam livrar-se de confusões, escândalos e vexames. 
São lembrados por conquistas e principalmente das manchas negativas que deixaram. 
Crimes:

(Bruno – ex-goleiro Flamengo).


Drogas:

 (Maradona, maior ídolo do futebol argentino)




(Mike Tyson, um dos maiores lutadores de boxe do mundo)




(Jobson, ex atacante do Botafogo)



 (Dinei, ex jogador de futebol, fez história no Corinthians)


Alcoolismo:

(Garrincha, maior craque do Botafogo e um dos maiores jogadores de futebol da história)




Dopping:


(Ben Jhonson, canadense e campeão mundial dos 100 metros) 




Atletas de talento que isolaram a fé de suas vidas. Viveram farras e ficaram com o vazio. Convivência difícil com os companheiros de equipe e família.
Deus não veste camisa para jogar, mas prepara homens e mulheres para mostrar o melhor dentro e fora das competições.









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