Blog do Sabones - Expediente

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Entrevista com Giselle e Laryssa, recurso altera eleitos do Conselho Tutelar de SJN

Após recurso, Giselle será titular e Laryssa suplente (fotos: Facebook)
Diante do ocorrido da última segunda-feira (05/10), do pedido de recurso de recontagem de votos da candidata Giselle Barros Mendonça da eleição do Conselho Tutelar de São João Nepomuceno, o Blog do Sabones entrou em contato com as duas candidatas que de certa forma tiveram modificação de classificação na eleição.

A solicitante Giselle que estava em 6º lugar e assumiria a vaga de suplente do Conselho e a candidata Laryssa de Oliveira que ficou em 5º lugar e ocupava a última vaga titular do novo conselho municipal.

Laryssa seria reeleita ao conseguir 164 votos na eleição de domingo (04/10), cinco a mais do que Giselle com 159. Mas na última segunda-feira (05), Giselle pediu um recurso de recontagem de votos da urna número 02, e os novos números mudaram o resultado e Giselle toma posse em janeiro de 2016 agora com 176 votos.

A candidata Giselle Barros Mendonça explica como tudo aconteceu. “Eu estava participando da
contagem dos votos desde o início. Durante a contagem de cada urna, eles informavam a parcial dos votos. Foram sete urnas no total. Não estava anotando, só prestando atenção nos números. No final, quando eles falaram o resultado final e o quanto cada um fez em cada urna, eu achei estranho porque estava fazendo em média 20 e poucos votos em cada, e na urna 2 deu somente seis votos. Estranhei, mas na hora não pedi pra rever nada porque eles estavam cansados e preferir não atrapalhar”.


“Na segunda-feira fui no CMDCA e levei uma solicitação para abrir novamente a urna número 2, pois achei que teve um erro e estava me sentindo prejudicada. Daí eles fizeram uma reunião ontem com os candidatos do conselho e fizeram a contagem novamente da urna 2. Aí foi confirmado o erro. Tinham 23 votos pra mim e não 6".

Giselle entendeu a situação e agradece ao Conselho ter acatado e resolvido o caso. "Mas entendo que erros acontecem, não culpo ninguém, pelo contrário, todos foram super atenciosos e fizeram um ótimo trabalho. Agradeço muito ao CMDCA pela compreensão e dedicação durante essa eleição por serem super receptivos e ajuda em qualquer dúvida que tínhamos. Só tenho a agradecer todos eles, pois são muito competentes e gostam do que fazem, o que é o mais importante”, completou.

Giselle é psicóloga e pretende alinhar o seu conhecimento e experiência na área para aplicar no Conselho. “Daqui pra frente espero dar o meu máximo, ajudando e zelando pelos direitos das crianças e dos adolescentes e contribuindo com a psicologia para lidar com todos os tipos de problemas que irão aparecer”.


Diante a situação, também conversamos com a candidata Laryssa de Oliveira que no primeiro momento seria reeleita e depois da correção ficou no quadro de suplentes do Conselho Tutelar. Ela disse que acatou com naturalidade a decisão e entendeu o recurso. Laryssa aproveitou para falar da satisfação de ter feito parte do conselho nos últimos anos. “O tempo que estive no Conselho Tutelar fiz de tudo pelo órgão. Estudei muito e estava ali pela causa, nunca levei como um simples trabalho, mas como um ideal”, comentou.


por Márcio Sabones



Saiba mais do caso:


3 comentários:

  1. e pelo que li aqui, fizerem contagem urna a urna e dando o resultado de cada uma, dando margem para que candidato pudesse ter como saber quem não votou nele se por ventura tivesse 0 voto naquela urna, uma vez que elas eram dispostas por ordem alfabética de votantes..... sinto muito para próxima que a condução dos trabalhos seja feita de maneira a evitar esse tipo de coisa.

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