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“Capivara endiabrada” relembra clássicos e apresenta frevos autorais (Foto: divulgação) |
Depois de alguns anos com a ideia
de montar uma banda para tocar frevo, um dos ritmos mais conhecidos do país, e
estilo oficial do carnaval de Pernambuco, os são-joanenses Roger Resende (voz e
violão), Aldo Torres (guitarra) e os juiz-foranos Ângelo Goulart (bateria),
Lula Ricardo (baixo) e Fernando Drummond (trombone) formaram a “Capivara
Endiabrada”, e colocaram o projeto em prática no mês passado, com agenda
confirmada para todas as quintas-feiras, até o dia 23 de fevereiro, no Café
Musik de Juiz de Fora.
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Selfie com público no Café Muzik |
“É um grupo de frevo e tocamos num show que dura uma
hora e cinquenta minutos sem intervalo. Além dos frevos tradicionais como
“Vassourinha”, ”Pombo Correio”, “Chuva suor e cerveja”, “Atrás do trio elétrico”,
entre outros, temos também os frevos de composição da capivara endiabrada como
“Endiabradinha”, “Capivariando” e “Capivara endiabrada”. Ainda faz parte do
repertório os frevos do Parangolé Valvulado, marchinhas frevísticas do concurso
de marchinha de Juiz de Fora, como “Peruca Torta” (Flávio Ferraz) e “boneca de
louca”, criando assim uma trilha sonora própria do carnaval de JF. Temos a
temporada no Café Muzik, outros shows marcados e as propostas já estão
pipocando.
Sobre a receptividade do público, esta sendo muito boa, tendo em
vista que não há um grupo de frevo na região”, explicou o líder da banda, Roger
Resende. Ainda questionamos uma vinda do show de frevo para São João
Nepomuceno, mas segundo o músico, um convite ainda não foi realizado, mas
pretende trazer para os conterrâneos uma apresentação diferenciada, caso
confirme um contrato para performance nas terras garbosa.
Por que o nome de “Capivara Endiabrada?
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Banda é composta por
são-joanenses e juiz-foranos. Animação, cultura e carnaval em casas de
shows de
Juiz de Fora e região (Foto: Divulgação)
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“Resolvemos homenagear a capivara,
uma figura emblemática de Juiz de Fora, encontradas facilmente às margens do
Rio Paraibuna, inclusive na área urbana (Avenida Brasil). A nossa história
conta que a capivara resolveu sair do Paraibuna pra endiabrar Juiz de Fora, e
esquentar o pré carnaval da cidade, fazendo todo mundo frevê. O show é
contagiante, alto astral, e endiabrado. Ninguém fica parado”, explicou Roginho.
Márcio Sabones
(Matéria assinada por este jornalista no
Jornal Voz de S. João, edição nº 5492)
Fotos: Divulgação
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